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Megaoperação Integrada Prende Adilsinho, Líder do Jogo do Bicho e do Contrabando de Cigarros no Rio

Dinael Monteiro
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© Polícia Civil RJ/Divulgação

Em um golpe significativo contra o crime organizado no Rio de Janeiro, Adilson Oliveira Coutinho Filho, amplamente conhecido como Adilsinho, foi capturado na última quinta-feira (26). Apontado como um dos mais influentes banqueiros do jogo do bicho e o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados no estado, sua prisão representa um avanço crucial na luta contra as facções criminosas. A ação foi orquestrada por agentes da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal (Ficco/RJ) e da Polícia Civil do estado (PCERJ), contando com o apoio essencial do Ministério Público Federal (MPF).

Adilsinho era considerado foragido da Justiça Federal e ativamente procurado pela Justiça estadual. Além de sua proeminência nos circuitos de apostas ilegais, ele era investigado por suposto envolvimento como mandante de homicídios, consolidando um perfil de alta periculosidade e ampla atuação no submundo do crime.

O Vasto Império Crimin

A influência de Adilson Oliveira Coutinho Filho estendia-se muito além do tradicional jogo do bicho. Sua atuação como maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados no Rio de Janeiro o colocava no centro de um esquema complexo e violento. A Polícia Civil revelou que essa atividade criminosa está intrinsecamente ligada a organizações armadas e de alcance transnacional, que utilizam a imposição de violência e o domínio territorial como métodos para operar e expandir seus negócios ilícitos. Essa rede demonstra a sofisticação e a brutalidade das operações coordenadas pelo bicheiro.

Operação de Inteligência Culmina em Captura Estratégica

A localização e prisão de Adilsinho em sua residência em Cabo Frio, na Região dos Lagos, foi o resultado de um trabalho exaustivo e aprofundado de inteligência policial. A Ficco/RJ, responsável pela coordenação da operação, empregou análise de dados detalhada e um sistema de monitoramento contínuo. A ação contou ainda com o suporte do Serviço Aeropolicial, garantindo a segurança dos agentes e a eficiência na execução do mandado de prisão. Essa colaboração entre as forças reforça a capacidade das agências de combater alvos de alta relevância com precisão e coordenação.

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O Impacto e a Estratégia Contra o Crime Organizado

A Polícia Federal ressaltou que o objetivo primordial da operação era desmantelar uma organização criminosa de caráter armado e transnacional, especializada no comércio ilegal de cigarros e na manutenção de seu poder por meio da violência e do medo. A prisão de Adilsinho é, portanto, um passo significativo na desestabilização dessa intrincada rede que afeta a segurança pública.

Felipe Curi, Secretário de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro, enfatizou o sucesso da integração entre as forças de segurança. 'Essa prisão mostra que inteligência e integração dão resultado. A Polícia Civil, dentro da Ficco, atua de forma cirúrgica para atingir o topo das organizações criminosas, enfraquecer o poder econômico do crime e proteger a população', declarou Curi, reafirmando que 'o Rio de Janeiro não será território seguro para o crime organizado'.

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco/RJ) é uma força-tarefa permanente, que congrega a Polícia Civil e a Polícia Federal com o foco na desarticulação de organizações criminosas estruturadas, através de ações integradas de inteligência e repressão qualificada, evidenciando a eficácia desse modelo colaborativo em operações de alto impacto.

Próximos Passos e Desdobramentos da Investigação

Após a conclusão das formalidades decorrentes de sua prisão na Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro, Adilsinho será encaminhado ao sistema prisional do estado. A detenção do bicheiro representa não apenas o fim de sua fuga da justiça, mas também um avanço estratégico na desarticulação de importantes ramificações do crime organizado que operam com impunidade no território fluminense. As autoridades esperam que a análise dos materiais e informações obtidos durante a operação possa gerar novas frentes de investigação, aprofundando ainda mais o combate a essas complexas estruturas criminosas.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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