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Brasil Brilha na Abertura da World Series de Natação Paralímpica com Recorde Mundial e 10 Medalhas

Dinael Monteiro
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© Marcello Zambrana/CPB/Direitos Reservados

A equipe brasileira de natação paralímpica demonstrou um desempenho espetacular na fase de abertura da World Series em Berlim, Alemanha. Com um total impressionante de dez medalhas – nove conquistadas por atletas adultos e uma na categoria júnior – o Brasil não só garantiu múltiplos pódios, mas também celebrou um novo recorde mundial que marcou o tom para a competição.

Beatriz Flausino Quebra Recorde Mundial nos 100m Peito

O principal destaque veio com a paulista Beatriz Flausino, de 22 anos, que estabeleceu uma nova marca global nos 100 metros peito, na classe SB14 (deficiência intelectual). Flausino, que já havia sido campeã mundial em Singapura no ano anterior, registrou um tempo fenomenal de 1min11s52 durante as eliminatórias, superando o recorde anterior de 1min12s02, da espanhola Michelle Morales, estabelecido nos Jogos de Tóquio 2021.

A atleta de Osasco expressou sua alegria após a conquista: “Estou muito feliz. Agradeço aos meus apoiadores, ao meu técnico e à minha família. Queria fazer esta marca desde o Mundial no ano passado, mas não estava totalmente preparada para isso. Depois da competição, comecei o ano focada neste recorde.” Na final da prova, Flausino conquistou a medalha de prata com o tempo de 1min12s49. Na mesma disputa dos 100m peito, a conterrânea Alessandra Oliveira (classe SB4) garantiu o bronze na categoria adulta e o ouro na disputa júnior, com a marca de 1min43s41.

Dominância Brasileira no Estilo Livre e Borboleta

A representação brasileira continuou a brilhar em diversas outras provas. Nos 100m livre, a nação garantiu uma dobradinha com o mineiro Gabriel Araújo (classe S2), que faturou o ouro com 1min56s01, e Arthur Xavier (classe S14), que levou a prata. Gabriel Araújo, conhecido como Gabrielzinho, também foi protagonista em outra dobradinha, desta vez nos 50m borboleta, onde conquistou a prata. O ouro nessa prova ficou com Samuel Oliveira, o Samuka, que terminou em 33s13.

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Samuka não parou por aí e assegurou seu segundo ouro do dia nos 50m costas, com um impressionante tempo de 34s66, demonstrando a versatilidade e força da equipe em diferentes estilos.

Destaques Femininos nas Costas e Borboleta

As atletas brasileiras também subiram ao pódio em provas individuais com performances notáveis. A carioca Lídia Cruz (classe S4) conquistou a medalha de prata nos 50m costas, marcando 51s83. Emocionada, Lídia comentou sua experiência: “Esta é uma das provas mais importantes para mim e caiu logo no primeiro dia. Foi uma forma de quebrar o gelo cheia de emoções. Minha intenção era nadar próximo do meu melhor e isso foi feito. Está comprovado por esta medalha.”

Para fechar o primeiro dia de competições com mais uma prata, a catarinense Mayara Petzold brilhou nos 50m borboleta, registrando 35s90, consolidando ainda mais a forte presença feminina do Brasil nos pódios.

Formato Multiclasse e Expectativas para os Próximos Dias

A World Series de Berlim se estende até sábado, dia 9, e é disputada no formato multiclasse, onde atletas de diferentes classificações competem em uma mesma série, tornando a dinâmica da competição ainda mais desafiadora e emocionante. O Brasil está representado por uma delegação de 17 atletas, que buscam acumular mais medalhas e experiência em um dos mais importantes eventos do calendário paralímpico internacional.

Com um início tão promissor, que incluiu um recorde mundial e uma generosa colheita de dez medalhas, a equipe paralímpica de natação brasileira estabeleceu um padrão elevado e demonstra grande potencial para os desafios futuros, reafirmando sua posição de destaque no cenário esportivo global.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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