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Lula Promete Recuperação Total de Perdas Materiais em Minas Gerais Atingida por Chuvas

Dinael Monteiro
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© Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou, neste sábado (28), a Zona da Mata mineira, região duramente castigada por intensas chuvas. Durante sua passagem, o presidente garantiu que todos os prejuízos materiais sofridos pelos municípios afetados serão integralmente recuperados. A agenda presidencial inclui encontros cruciais com prefeitos das cidades mais atingidas, visando uma avaliação aprofundada da crise e a coordenação de esforços de reconstrução.

Compromisso Federal Diante da Calamidade

Em meio ao cenário de devastação, o presidente Lula reafirmou o apoio irrestrito do governo federal para a restauração das áreas atingidas. Ele destacou, em pronunciamento em Ubá, que, embora a vida das pessoas perdidas não possa ser recuperada, o patrimônio material, a infraestrutura de educação, saúde e moradias serão restabelecidos. A comitiva presidencial, após passagens por Ubá, seguiu para Juiz de Fora, onde foram realizadas reuniões com os prefeitos Margarida Salomão (Juiz de Fora), José Damato (Ubá) e Maurício dos Reis (Matias Barbosa), municípios que se encontram em estado de calamidade pública. Outras duas cidades, Divinésia e Senador Firmino, também foram oficialmente classificadas em situação de emergência, sublinhando a gravidade generalizada da crise na região.

O Alto Custo Humano da Tragédia

Apesar do foco na recuperação material, a dimensão humana da tragédia é inegavelmente o aspecto mais doloroso. O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais atualizou o número de mortes em decorrência das enchentes e deslizamentos de terra para 66. Desse total, Juiz de Fora concentra 60 vítimas fatais, enquanto Ubá registrou seis óbitos. A busca por desaparecidos continua, com três pessoas ainda não encontradas – duas em Ubá e uma em Juiz de Fora –, mantendo a região em estado de alerta e luto. Este balanço ressalta a urgência das ações de socorro e apoio às famílias enlutadas.

Pacote de Auxílio e Medidas de Reconstrução

Para mitigar os impactos e iniciar o processo de reconstrução, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional já aprovou a liberação de R$ 11,3 milhões. Esses recursos são destinados especificamente às três cidades em calamidade pública (Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa), cobrindo tanto a assistência humanitária emergencial quanto o restabelecimento de serviços essenciais, conforme os planos de trabalho apresentados pelas administrações municipais. Em Ubá, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, destacou a mobilização de equipes governamentais, incluindo o Sistema Único de Assistência Social (Suas), que estão operando em toda a Zona da Mata, abrangendo também os municípios de menor porte. O ministro assegurou que não haverá falta de apoio a qualquer cidade mineira e que, além da fase inicial de salvamento e apoio humanitário, o governo já está empenhado na elaboração de projetos de longo prazo para a reconstrução.

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Benefícios Sociais e Acesso a Recursos Financeiros

Adicionalmente, Wellington Dias confirmou a antecipação de pagamentos de importantes auxílios sociais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Bolsa Família, visando proporcionar suporte financeiro imediato às famílias em situação de vulnerabilidade. Outra medida crucial é a autorização para o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Moradores das três cidades em calamidade pública – Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa – podem solicitar a retirada do benefício, limitado ao valor de R$ 6.220, uma iniciativa que oferece um alívio econômico direto para aqueles que perderam bens ou tiveram suas vidas financeiras desestruturadas pela catástrofe.

A visita do presidente Lula a Minas Gerais reforça o compromisso do governo federal com a recuperação das áreas atingidas pelas chuvas. Com a promessa de reconstruir o que foi materialmente perdido e a implementação de um robusto pacote de auxílio, as autoridades buscam não apenas responder à emergência, mas também planejar um futuro de maior resiliência para a Zona da Mata. A coordenação entre os níveis federal e municipal será fundamental para transformar essas promessas em ações concretas e efetivas para a população.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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