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Remoção Polêmica: Vídeo de Trump com Imagens Ofensivas de Obamas Gera Críticas Internacionais

Dinael Monteiro
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© REUTERS/Jonathan Ernst/Proibida reprodução

Um vídeo com conteúdo abertamente racista, que mostrava o ex-presidente Barack Obama e a ex-primeira-dama Michelle Obama representados como macacos, foi prontamente removido do perfil do ex-presidente Donald Trump em sua rede social na noite de quinta-feira (5). A postagem, que causou uma onda de indignação e condenação tanto nos Estados Unidos quanto internacionalmente, provocou críticas até mesmo de membros do Partido Republicano, a mesma agremiação política de Trump.

O Conteúdo Ofensivo e Sua Origem Digital

O vídeo em questão, divulgado na plataforma Truth Social, que pertence ao próprio Donald Trump, veiculava alegações infundadas sobre uma suposta fraude nas eleições presidenciais de 2020. Ao final da montagem, surgia o casal Obama, figuras proeminentes do Partido Democrata, com seus rostos inseridos digitalmente em corpos de macacos. Essa representação, amplamente considerada um tropo racista historicamente utilizado contra pessoas negras, gerou repulsa imediata por sua natureza depreciativa e divisiva.

Repercussão e a Explicação da Casa Branca

A forte reação negativa que se seguiu à publicação impulsionou sua rápida remoção. Uma autoridade do governo americano, que falou à agência Reuters sob condição de anonimato, confirmou que a postagem foi um “erro” cometido por um funcionário da Casa Branca. A declaração buscou atribuir a responsabilidade a um indivíduo, distanciando a administração da intencionalidade do conteúdo. A exclusão da gravação do perfil de Trump na Truth Social foi efetiva e verificada logo após as primeiras horas de repercussão.

Tentativas de Justificativa e Condenações Políticas

Diante da polêmica, Karoline Leavitt, porta-voz presidencial, procurou minimizá-la, descrevendo o vídeo como um “meme de internet”. Segundo Leavitt, a intenção seria retratar o presidente Trump como o “Rei da Selva” e os democratas como “personagens do Rei Leão”, uma analogia que não conseguiu aplacar as críticas sobre o teor racista da imagem. A gravação provocou condenação veemente mesmo entre aliados políticos. O senador republicano Tim Scott expressou sua indignação publicamente em uma rede social, afirmando que esperava que o vídeo fosse “falso”, por considerá-lo “a coisa mais racista que já vi sair desta Casa Branca”, e apelou para que o presidente o apagasse.

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Apesar da remoção do material ofensivo, é importante notar que, até o momento, não houve qualquer pedido formal de desculpas por parte de Donald Trump ou da Casa Branca. A família Obama, por sua vez, optou por não se pronunciar publicamente sobre o incidente, mantendo silêncio diante da controvérsia gerada pela representação depreciativa.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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